sábado, 24 de outubro de 2015

Novo Romance de José Rodrigues dos Santos

É hoje um dos dias mais esperados do ano. Um dos dias que, confesso, anseio, pois já o admiti por diversas vezes, gosto dos livros de José Rodrigues dos Santos. Não são um primor literário, é um facto, mas são livros cujo conteúdo histórico muito me agradam e que se propõem a fazer um dos principais objectivos de uma obra literária: entreter.

Pois e desta forma e por muito que custe a muitos pseudo-imaginários-arrogantes-vedetas que se intitulam e julgam grandes autores, mas que vendem "meia dúzia" de exemplares e outros pseudos intelectuais, é o hoje que sai o novo romance de José Rodrigues dos Santos: As Flores de Lótus e uma coisa é certa: mais um sucesso.

Eu já o tenho!

2 comentários:

São disse...

Eu estive lá :)... Pela primeira vez consegui ir e foi muito importante para mim. A apresentação foi muito bonita. Teve momentos musicais, sketch de teatro relacionados com o livro... Mas o que mais me impressionou foi ver como ele é realmente acarinhado pelo público. Aquelas pessoas que ali estavam não estavam a fazer frete nem fachada... Estavam lá por carinho e respeito ao trabalho dele... Pelo menos a maior parte das pessoas que lá estavam... Sentia-se isso... A sala estava cheia. Foi mesmo muito giro. Valeu a pena vir de tão longe :)

Abraço :)

Miguel Chaica disse...

Olá São.

Eu fui vários anos aos lançamentos dos seus livros. Desde aquele enchente na Bertrand do Vasco da Gama, onde JRS não estava à espera de tanta gente, passando pelo Colombo até aos recentes na Sociedade de Geografia.

Falei com ele pessoalmente por diversas situações e tenho os seus primeiros livros com dedicatória e com o boneco caricatura que ele fazia, quando os seus leitores eram poucos. Agora basicamente apenas assina e pouco mais.

Pessoalmente gosto bastante dos seus livros. Como leitor ávido, sei ver que não é nenhum supra-sumo literário, ou seja, jamais vai ganhar o nobel da literatura, mas e ao contrário de muitos nóbeis, os seus livros são muito interessantes e ele soube perceber o que de facto as pessoas querem ler.

Abraço