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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

05 Outubro - Implantação da República




Um povo sem Memória, é um povo sem História e sem Futuro.

Portugal foi fundado em 1139 e estabilizou as suas fronteiras em 1297, sendo o país europeu com as fronteiras mais antigas.

Desde a sua fundação, sempre fomos um país de heróis. Mesmo sendo tão poucos, descobrimos outras terras, colonizando-as e lá deixando a nossa cultura que até hoje se faz sentir.

Para todos aqueles que não têm esse conhecimento, lamento-o, pois como portugueses é das poucas coisas que podemos nos orgulhar, dessa herança heroína de gente sem medo, empreendedora.

Hoje em dia ainda somos um pouco assim, no entanto quarenta anos de fascismo foram suficientes para matar muito da nossa forma de ser, moldando um povo que chega a ser mesquinho, medroso e invejoso. Isso deve-se a quatro décadas de fascismo e é com alegria que vejo isso terminar aos poucos, pois noto que há uma geração de miúdos que já não sente isso, sente-se europeus, livres e isso é meio caminho andado para voltarmos a ser grandes.

Em todo o caso e embora tão pequeninos, tivemos e temos gente que sobressai em vários ramos de actividade.

Temos Dois Prémios Nóbeis!

Em 877 anos de História, temos várias datas que devemos nos orgulhar, destacando-o eu três delas:

- Restauração da Independência no dia 01 de Dezembro de 1640;

- Proclamação da República no dia 05 de Outubro de 1910;

- Revolução dos Cravos no dia 25 de Abril de 1974.


Não sendo eu defensor de feriados, considero que nestas três tem de ser Feriado Nacional.

Para quem não defende isso, apenas o meu desprezo por não considerar, por desconhecimento ou ignorância, a História de um Povo bravo e imortal.

Viva Portugal!

 


 

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Quando andava na escola, algures no 7º ou 8º ano,

um professor referiu numa aula que haveria de chegar o dia em que iriamos pagar impostos simplesmente por respirar.

Naquela altura pareceu-me algo completamente insano, mas passados estes anos acho, sinceramente, que para aí nos dirigimos sob a nossa complacência.

Pois bem, ontem li uma notícia que me deixou banzado:

IMI pode subir com vista da casa e exposição solar!!!!!!! AQUI

A táctica de mandar o barro à parede e ver a reacção da opinião pública foi utilizada pelo poder político.

Nem vou comentar esta aberração, mas fiquei preocupado porque se a sociedade não comentar esta notícia, esta lei vai acabar por sair e depois del rei, façam mais Prós e Contras desnecessários.

Há muito que afirmo que os governos têm gente fechado em gabinetes só a pensar em como criar mais e outros impostos. Este é de bradar aos céus, mas se continuarmos a assobiar para o lado, estou certo que irá acabar por acontecer.

Aliás, o impostos do IMI já de si é uma aberração, quanto mais com essas condições.

domingo, 31 de julho de 2016

Por falar em respeito pela opinião de cada um,

ciou-se uma celeuma pelas declarações do psicólogo Quintino Aires sobre os ciganos, afirmou ele: "a etnia cigana não está integrada em Portugal, invadem as escolas, invadem os hospitais e não respeitam regra absolutamente nenhuma", que "não respeita as normas do país onde vive" e que "a maioria vive dos subsídios ou trafica droga e não trabalha".

Obviamente como estamos em Portugal e há gente que não gosta de ouvir as verdades, surgiram logo uma série de arautos da verdade dizerem "daqui del rei, que treta, pois é sabido que os ciganos respeitam tudo e todos, são exemplares, nada racistas, que se fartam de trabalhar, contribuem para a sociedade, fazem os seus descontos, enfim, são gente séria e exemplar"

Obviamente que surgiu logo a Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR, que nunca surge quando há problemas com minorias a proferirem que se devia consagrar cada cigano a exemplo a seguir e que esse Quintino é um racista de primeira apanha que devia ser excomungado, queimado vivo ou então ser degredado para o deserto de Lut.

Em todo o caso quem um dia precisou de alguma coisa da Segurança Social, depois de dezenas de anos de descontos, quando essa organização abutre lhe fechou as portas e lhe disse na cara: "não tem? Azar, morra para aí", percebe o que esse Quintino quer dizer, até porque um dia normal na Segurança Social é atender os ciganos sérios em busca de subsídios. Coitadinhos. Eu por mim, até fazia mais, por cada cigano, para além da casa e subsídio/cada de 2000€, é pouco CICDR?, ok, 3500€, dáva carro e férias trimestrais em qualquer ilha paradisíaca à escolha de cada família.

A verdade custa ouvir!

sábado, 23 de julho de 2016

Respeito pela opinião de cada um!!!

Quem me segue nestes nove anos de Blogue NLivros e até antes noutras publicações, sabe que há muito perdi a "pica" de escrever opiniões sobre livros que leio porque cheguei à conclusão que não me interessa expressar aquilo que penso sobre determinadas obras. É um pouco como a filosofia de um escritor, ele só existe se houver leitores e feedback das suas obras, caso contrário, não faz sentido continuar a escrever ou então escreve para ele próprio, pois é precisamente isso que eu faço, continuo a escrever para mim próprio sem publicar o que escrevo.

Desde há uns anos para cá que o blogue começou a aborrecer-me, sobretudo ao perceber que a intenção inicial dos bloguers da minha altura (2007) está completamente desvirtuada, pois a grande maioria dos blogues, literários (leia-se), são meros instrumentos propagandistas editoriais e versam quase sempre sobre as mesmas obras, mas enfim, é a minha opinião e há algo que sempre fiz: respeitar qualquer um que escreva o que o seu intelecto dita, concordando ou não, mas respeito.

Ora bem, faz-me imensa confusão receber comentários acéfalos com qualquer coisa de ser humano que criticam as minhas opiniões. Não criticam que estão mal escritas, mas criticam o conteúdo, ou seja, como eles gostaram de certos livros, acham que toda a gente devia gostar. Se não gostam, idem, acham que aquilo é lixo e bradam aos céus como é possível alguém gostar daquilo.

Essa gente, curioso que uma breve incursão no seu perfil percebo que alguns são ávidos caçadores de pokemons (hum... hum...), parece não conhecer o conceito de DEMOCRACIA e RESPEITO e mais grave é perceber que a maioria deles até são gente já com idade para ter juízo, mas enfim, para quem vive no mundo pokemoniano, acabo por dar desconto.

Há muito que penso acabar de vez com o blogue, só não o faço porque são quase 400 opiniões que aqui tenho de livros que li mesmo, de certo o triplo daqueles que a maioria dos mortais lê durante a sua existência, mas e como fui ensinado a fazer, respeito cada um um, não apenas as suas opiniões, mas cigualmente as suas crenças, gostos, apetites e paranóias.

42 anos depois continuamos com o salazarismo bafiento no nosso âmago e isso é preocupante, ainda mais nos tempos actuais onde sob a capa do anonimato e enquanto se preocupam em caçar pokemons, criticam os outros que OUSAM não pensar como eles.

Para eles uma mensagem final: FAÇAM UM BURACO NO CHÃO PARA VER SE CHEGAM À AUSTRÁLIA OU À LUA (DIZEM QUE HÁ LÁ POKEMONS VALIOSOS), O TEMPO QUE PERCO A LER OS VOSSOS COMENTÁRIOS VALE OURO.

 

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Médicos e enfermeiros garantem que caso de morte no São José não é único

Para a MERDA dos bancos e submarinos há sempre dinheiro, mas para o que é realmente importante para o povo, não!

Faça-se justiça!

Todo o ex-governo em tribunal por causa deste e outros casos, pois e pelos vistos (dada esta notícia) a morte do David Duarte não é caso virgem nos hospitais portugueses.

Espero sinceramente que a Opinião Publica não deixe morrer este assunto e que consiga chamar à responsabilidade quem cortou cegamente na saúde nos últimos anos.

Chungaria de classe política. Metem nojo!

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Não sei o que se passa comigo,

mas não consigo ler nada.

Ou seja, qualquer livro que comece a ler, passadas poucas páginas, aborrece-me de morte e dou por mim, simplesmente a colocá-lo de lado.

Até clássicos que li há uns anos e que sempre quis reler isso sucede. Inclusivamente livros de autores que sempre apreciei.

Por exemplo, este novo livro de Rodrigues dos Santos levei mais de um mês para o ler, algo completamente impensável há uns tempos, pois um livro dele nem uma semana o demorava a ler.

Depois dou comigo a pensar várias vezes que é tempo perdido ler tanto. Para quê, questiono?

Diz-se que a leitura é o alimento da alma, mas e honestamente não o tenho visto dessa forma e sim como algo que me está a roubar tempo quando poderia estar com as pessoas que gosto, brincar com os meus filhos, jogar, passear, sei lá.

domingo, 29 de novembro de 2015

Base Dados Biblioteca - VENDO!



Quem colecciona livros, quem possui uma biblioteca, seja grande ou pequena, sonha ter uma ferramenta que ordene os seus livros e que lhe permita retirar vários indicadores.

Elaborei uma Base de Dados em Access que lhe vai permitir, não apenas ordenar os seus livros como tirar vários indicadores.

Foram centenas de horas de trabalho no desenvolvimento mas o resultado é uma excepcional base de dados que irá satisfazer qualquer pessoa que queira arrumar os seus livros de uma forma fácil e cómoda. Para além disso será uma base de dados personalizada, ou seja, terá o seu nome.

Quem estiver interessado(a), por favor contacte por e-mail.

É uma base de dados muito completa e não é cara face à oferta que as empresas fornecem e muito menos em relação a base de dados gratuitas que não servem os nossos propósitos.






domingo, 1 de novembro de 2015

260 do Terramoto de 1755 em Lisboa




Faz hoje 260 anos que um dos mais terríveis e destruidores terramotos em todo o planeta, abalou a cidade de Lisboa.

Com uma magnitude de 9 na escala de Richter, o sismo teve o seu epicentro no mar, entre 150 a 500 quilómetros a sudoeste de Lisboa e fez-se sentir por volta das 9:30, apanhando de surpresa todos os habitantes da cidade que, aquela hora, na sua maioria, se encontrava nas igrejas. A brutalidade foi tão grande, que ondas de choque do sismo foram sentidas por toda a Europa e norte de África.

Os milhares de mortos que daí resultaram, não se deveram apenas à destruição causada pelo terramoto, como também devido ao facto de as pessoas, em pânico, se terem deslocado para junto ao rio Tejo, desconhecendo o terrível maremoto que veio de seguida e, para além do terramoto e do maremoto, sucederam-se múltiplos incêndios que devastaram a cidade, tornando-a num autêntico “campo” de ruínas em que os sobreviventes não conseguiram ser socorridos.

Há vários relatos da época que descrevem o antes, durante e depois e, uns mais que outros, é visível o desespero que se abateu sobre a população.

Em relação à literatura daí resultante, são vários os livros que se propõem a relatar o terramoto. Pessoalmente destaco a “Voz da Terra” de Miguel Real, um livro soberbo e um dos melhores que li até hoje.