domingo, 1 de maio de 2011

Expiação – Ian McEwan


1935, Briony Tallis, de 13 anos, é uma menina com uma imaginação muito fértil cuja maior ambição é ser escritora. Vivendo no campo, Briony faz dos seus contos o seu mundo, construindo várias realidades que se confundem com a própria realidade.

No dia mais quente naquele verão, Briony assiste da janela do seu quarto a uma aparente discussão entre a sua irmã Cecília e Robbie Turner, amigo de infância e regressado há pouco tempo de Cambridge.

A sua fértil imaginação leva-a a ver naquela cena algo que pouco se assemelha à realidade, constituindo isso um factor que irá influenciar para sempre a vida de todos, não só de Robbie e Cecília, como de toda a família.

Expiação é considerada a obra-prima de Ian McEwan, autor britânico considerado hoje em dia como um dos melhores escritores.

Pessoalmente foi a primeira obra que li de McEwan e não posso dizer que me tenha agradado por aí além, embora, e mentiria se afirmasse o contrário, considero a sua escrita muito apelativa, melodiosa e extremamente ternurenta.

No entanto dou sempre mais valor à história e, honestamente, não achei a história tão bela como muitos a pintam e muito menos achei violento os acontecimentos narrados em relação á 2ª Guerra Mundial.

A literatura universal está cheia de livros sobre vários acontecimentos bélicos, sendo a 2ª Guerra, talvez, o acontecimento que melhor está documentado. Pessoalmente já li outros livros muito mais violentos e creio que este “Expiação”nada vem acrescentar.

É um livro que se lê bem, mas que está longe de ser um grande livro. A história é até um pouco banal, chegando mesmo a cair na monotonia, pois não raras vezes os acontecimentos narrados levam a coisa alguma.

Gostei da escrita de Ian McEwan, mas não o considero um escritor de top, sobretudo porque jamais me agarrou, oferecendo-se sim longos períodos de aborrecimento.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Labirinto Perdido – Kate Mosse


Julho de 2005, Alice Tanner, arqueóloga nos tempos livres, no seu último dia de escavações numa montanha na zona de Carcassonne, descobre uma estranha grura. No seu interior, dois esqueletos e uma terrível sensação de maldade e déjá-vú.

Assustada, sente que o acontecido naquela gruta há muito tempo atrás está ligado ao seu passado, mas um passado antes do seu nascimento…

Este é o mote para uma história engraçada e que tem o condão de trazer de volta as tricas e perseguições habituais da busca do santo Graal.

O trama até está bem urdido.

Passado entre o séc. XXI e o séc. XIII, vamos acompanhando Alice Tanner e a sua estranha ligação à não menos estranha e macabra descoberta. Em simultâneo, ficamos a conhecer a história de Alais, uma rapariga de 17 anos, que recebe do pai um livro que ele afirma conter o segredo do verdadeiro Graal.

Porém, entre aventuras e desventuras destas heroínas, a grande e mais valia do livro, na minha opinião, é a descrição da perseguição aos cátaros pelos cruzados ordenada pela Papa.

Situada nos Pirinéus, a autora consegue recriar os tempos do catarismo. Montségur, Carcassone, Languedoc, hoje lugares míticos e ligados aos cátaros e aos templários, são aqui ressuscitados, ganham cores e vida.

Duas histórias paralelas que têm em comum um labirinto perdido na memória da História. Um inesperado Graal e uma história repleta de intriga, amor e violência que nos levam ao seio de uma comunidade que tinha uma filosofia religiosa diferente e que foi barbaramente chacinada pelos cruzados.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Ivan, o Terrivel – Alexis Tolstoi

FACTOS HISTÓRICOS:

Ivan Vassilievitch (1530-1584), primeiro monarca a ser proclamado Czar da Rússia (César = imperador), ficou para a Histórica conhecido pelo cognome de “Terrível”, devido à política de terror que levou a cabo em quase todo o seu reinado.

Órfão aos 8 anos, o pequeno Ivan teve uma infância conturbada; assistindo às disputas pelo poder por parte dos boiardos, era obrigado a assistir a sessões de tortura e execuções, de forma a moldar-lhe o carácter enquanto futuro imperador. Assustado, Ivan entregou-se à leitura compulsiva da Bíblia sob a supervisão do bispo de Moscovo, Makari, tornando-se assim um cristão ortodoxo fanático.

Coroado aos 16 anos, logo ordena a expropriação dos bens dos boiardos e da igreja, chamando a si o poder de Deus.

Acabando por conseguir unificar a nação russa e expulsar os tártaros através de sucessivas guerras mantidas ao longo de duas décadas, Ivan fica de facto conhecido pelo clima de terror do seu reinado, um déspota que mandou executar milhares de pessoas inocentes.

Em 1564, numa jogada política, ameaça abdicar e sai de Moscovo; os moscovitas, liderados pelo clero e assustados com essa possibilidade, imploram-lhe que recue na pretensão. Ivan aceita o pedido com a condição de, a partir dessa data, poder lidar com os seus inimigos e traidores da forma que achar por bem e assim cria a famoso melícia Oprichnina, uma força policial composta por homens que juravam completa fidelidade ao czar e que, sob as suas ordens, impuseram o clima de terror que vigorou em toda a Rússia até à morte de Ivan.

A OBRA:

Alexis Tolstoi (não confundir com Leon Tolstoi. Alexis era parente afastado de Leon, mas são dois autores diferentes), traça neste livro, que se inicia em 1565 precisamente aquando da criação dessa milícia de Ivan, o início do terror que trouxe a Ivan Vassilievitch tão terrível cognome.

Nikita Romanovitch Serebriany é um jovem boiardo que regressa à Rússia após uma ausência de cinco anos na Lituânia onde esteve ao serviço do Czar.

Ao chegar a uma aldeia, depara-se com um ataque de dezenas de soldados vestidos de preto a aldeões desarmados e fica impressionado com a brutalidade desse ataque. Decide intervir e, com os homens que comanda, põe termo a essa ofensiva, matando dezenas desses soldados e fazendo prisioneiros outros tantos. Ao os interrogar, fica a saber tratarem-se todos eles de oprichininos, que estão ao serviço do czar e que cumpriam ordens do mesmo. Serebriany recusa-se a acreditar, no entanto e não querendo arriscar até chegar à presença do czar, resolve não executar nenhum desses prisioneiros, soltando-os.

Está lançado o mote para os acontecimentos que marcaram a História da Rússia e que tem nesta obra um excelente manual.

Alexis Tolstoi é capaz de criar todo um fresco memorável da época. Assente em várias famílias de todas as facções envolvidas, ele dá-nos os vários pontos de vista, deixando para o leitor a sua própria interpretação dos factos e as ilacções a tirar.

Percebemos quais as razões que levou Ivan a impor esse clima. As movimentações dos boiardos que, feridos na sua honra, tentam virar o rumo dos acontecimentos; enquanto isso a História perfila-se diante de nós como um filme de tão realista e poética é a escrita de Tolstoi.

Alexis Tolstoi não deslustra a fama dos autores russos que tiveram em Leon Tolstoi, Dostoievsky, Nabokov, Gogol, Pasternak, entre outros, toda uma escola que é única em todo o mundo dada a excelência da sua obras.

Este é um livro fabuloso, poderoso e bela na sua narrativa. Embalamos na escrita como se tivéssemos numa montanha russa: ora vamos em linha recta, ora, de repente, nos vemos em descidas vertiginosas onde terríveis batalhas desfilam diante dos nossos olhos.

 
“… enquanto viveres, os lábios do povo manter-se-ão fechados pelo terror; mas do teu reinado, assim que terminar, ficará somente a lembrança dos teus crimes. E o teu nome passará de geração em geração, sempre execrado até ao dia do juízo final! …”

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Mein Kampf – História de um Livro – Antoine Vitkine

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Há muito tempo que tomei conhecimento de “Mein Kampf”, livro escrito por Adolf Hitler na prisão em 1923, alguns anos antes da sua chegada ao poder na Alemanha, em 1933.

Honestamente sabia tratar-se de um livro onde o autor expunha as suas ideias sobre a nação, ao mesmo tempo que exortava ao ódio aos judeus. No entanto estava muito longe de imaginar a importância, impacto e influência da obra.

Primeiro há que dizer que “Mein Kampf” é um dos livros mais vendidos em todo o mundo. Obra obrigatória durante os anos do nazismo, é um livro que tem sido usado como modelo inspirador de movimentos ultranacionalistas um pouco por todo o mundo e, mais surpreendente, verificar que o continua a ser.

Fiquei deveras espantado ao perceber que, actualmente, é nos países muçulmanos que “Mein Kampf” tem milhares de leitores que vêm na obra uma forma de conhecerem o seu inimigo: os judeus. Em simultâneo gostam de ler como os exterminar. Doentio? Sim, doentio e violento, mas é o que sucede.

Surpreendeu-me também a forma como o livro na altura da sua publicação foi completamente subestimado pelos políticos da toda a Europa e Estados Unidos. Ao contrário do que se julgou no pós-guerra, este livro foi lido por esses políticos e perfeitamente entendível. As suas mensagens são claras e objectivas e, imagine-se, teve até simpatizantes em vários sectores britânicos e americanos.

Como foi isso possível?

Um livro onde desfilam, variadíssimas vezes de uma forma repetitiva, ideias racistas, antidemocráticas, doutrinas totalitaristas que incitavam à extinção em massa de seres humanos, que explicava como o fazer, que pregava a barbárie, a opressão da liberdade fundamental da democracia, o ódio, o anti-semitismo.

E depois ainda vieram dizer que não sabiam dos campos de extermínio, quando os mesmos são expostos de uma forma clara no “Mein Kampf”?

Como foi isso possível?

O homem já provou que é incapaz de aprender com a História e isso verificou-se no genocídio do Ruanda, na Jugoslávia, na Tchechénia e em tantos outros locais onde, agora mesmo, se procede como os nazis procederam entre 1941-1945.

Este livro de Antoine Vitkine, surpreendeu-me porque me permitiu conhecer o impacto e importância da obra de Hitler. O autor debruça-se exactamente no papel do livro e não no seu conteúdo, pese embora aqui e ali vá mencionado frases, mas o principal objectivo deste livro é o de analisar a sua importância no tempo e no espaço, a envolvência e o cenário político que permitiram e permitem ter um papel vital no nacional socialismo de Hitler e nalguns regimes actuais.

Nota negativa para a tradução. Para além de palavras com erros ortográficos, o tradutor teima, do princípio ao fim, em referir “nazista” em vez de “nazismo”. “Nazista” é um termo brasileiro.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Herança Bolena (A) – Philippa Gregory

Neste volume, que podemos considerar o 3º que narra a história das mulheres de Henrique VIII, Philippa Gregory, uma vez mais, reconstrói os acontecimentos da corte de Henrique, talvez o rei de Inglaterra cuja história desperta mais fascínio face à tirania e acontecimentos que marcaram o seu longo reinado.

Em opiniões anteriores referi o facto de Philippa ser exímia em efectuar pesquisa histórica e, neste título, ela volta-o a demonstrar, indo ao pormenor com uma exactidão ao ponto de ligar, tornando-os credíveis, factos que são tidos como lendas ou meras conversas de corte.

Três anos se passaram desde que Ana Bolena e o seu irmão Jorge foram acusados de incesto e traição. Sentenciados à morte, foram ambos decapitados no jardim da Torre de Londres (história narrada no livro “Duas Irmãs, Um Rei”). Para essa acusação teve papel fundamental Jane Parker, esposa de Jorge que, com o seu depoimento, os condena definitivamente à morte.

Jane Parker vê-se assim como a única Bolena viva e herda a herança da família, retirando-se da corte para uma propriedade familiar onde vive cheia de remorsos pelo depoimento que condenou Jorge e Ana.

E é aí que a encontramos quando o livro se inicia.

A obra é-nos narrada por três mulheres: Jane Parker, Ana de Cléves e Catarina Howard.

Todas elas vão ter um papel fulcral na narrativa que se estende até1542, três anos de vida na corte com estas mulheres e principalmente com o Rei Henrique VIII, um homem que Philippa Gregory caracteriza como violento, louco e déspota.

O que mais gostei neste livro foi a forma minuciosa como os factos históricos são explanados. É notável como a autora consegue encadear e ligar tantos pormenores que dão sentido aos acontecimentos. Através dos diálogos, obviamente imaginados, a autora torna esses acontecimentos, que de facto sucederam, lógicos e numa sequência verosímil, somos levados a acreditar que de facto aconteceu assim mesmo, que aqueles diálogos de facto existiram.

O ambiente da corte é narrado de uma forma tão realista que somos capazes de sentir a má energia que ali deambulava. O medo e o teatro que ali se fazia para agradar a Henrique.

Como senão, considero que a autora se deixou levar por um tom algo lamechas e repetitivo, sobretudo no que respeita a Jane Parker. Enquanto a caracterização de Ana de Cléves e Catarina Haward são exemplares, em Jane, a autora foca demasiadamente os seus remorsos, tendo esta uma atitude que me surpreendeu pela negativa.

Em todo o caso, este é mais um excelente romance histórico de Philippa Gregory, que demonstra conhecer profundamente a época em questão e o reinado sangrento de Henrique VIII.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Um Mundo Sem Fim – Ken Follett


Ken Follett é um escritor de massas, puramente comercial que, com o seu mega êxito "Os Pilares da Terra”, descobriu uma fórmula de sucesso que, intervalando com alguns thrillers, a vai aplicando de vez em quando, tipo, quando deve precisar de ganhar muito dinheiro.

Com isto não quero dizer que não gosto dos seus livros, é verdade que não faz parte do lote dos meus autores favoritos, mas, confesso que as suas histórias me interessam e entretêm, pois o homem, para além de controlar a tal fórmula, sabe jogar as varias peças no tabuleiro romanesco e isso, não lhe tiro o mérito.

Em “Um Mundo Sem Fim”, em Portugal editado em dois volumes (desconheço se no original também), Ken Follett propõem-se a trazer de volta o priorado de Kingsbridge, local onde se passou a acção de “Os Pilares da Terra”. Ou seja, segundo o autor, a intenção seria de dar uma prenda à legião de fãs dos Pilares da Terra, porém eu acredito mais que a principal intenção foi o de tentar reavivar a mina, mas não o censuro.

Inglaterra, ano de 1327, cerca de 200 anos depois da época dos “Pilares da Terra”.

Quatro crianças são testemunhas da morte de dois homens às mãos de um cavaleiro misterioso. Uma dessas crianças acaba por ajudar esse cavaleiro a esconder uma carta na floresta, jurando que jamais contaria a alguém o que teria feito naquele dia nem o que tinha visto.

Esta é a premissa para este romance que, após os factos iniciais, se situa 10 anos após este estranho acontecimento, sendo as crianças já jovens adultos e alguns deles com elos bem íntimos.

E a partir daqui, Ken Follett mostra o seu talento em como escrever tanto contando tão pouco.

Curioso contudo perceber que a obra até é interessante. O autor sabe encadear os acontecimentos, dando-lhe interesse e suspense. Porém, e bem exprimido, o desenrolar da história é demasiado lento e sobre esse mistério, que e como já era expectável, só é revelado no fim, enfim, quase que podemos dizer que “a montanha pariu um rato” dado esse mistério revelar-se, importante sem dúvida, mas… enfim, assim prós modos que, sensaborão.

Mas é inegável que o autor consegue traçar um fresco interessante da época. Refiro interessante porque a acção centra-se apenas em na zona de Kingsbridge (mais à frente dá umas voltinhas por França e por Florença), no entanto é bem perceptível o modo de vida do povo, do clero e dos senhores feudais. E é nesse contexto que sobressai o que de facto me prendeu ao livro: o movimento do clero, os seus célebres tribunais heréticos, o ridículo e os interesses das acusações de heresia, as superstições induzidas pela igreja no povo inculto e analfabeto, na exploração e das leis abusivas contra o povo que fazia dos senhores feudais uns deuses que tudo podiam e faziam, das crenças, do medo. Desse modo o autor acaba por explicar o porquê de tantos séculos de obscurantismo cuja responsabilidade a igreja católica não pode recusar.

Uma época extremamente violenta. As pessoas estavam sujeitas a assaltos em qualquer altura sem que houvesse um sistema de segurança útil, honesto e isento. Arruaças mortais estalavam por ninharias, foras da lei, ladrões e violadores, eram executados em público de uma forma extremamente violenta. Tudo sob a sombra da Lei Divina exercida por abades, padres, bispos e outros quejandos corruptos, cujo poder e influência tudo decidia sobre a vida e a morte.
A peste tem aqui também um papel fundamental no desenrolar da história e o autor situa-a muito bem, dando a imagem, verídica, da sua verdadeira dimensão. Os danos que a doença transporta, dizimando aldeias inteiras, a enormidade de mortos e a impotência no tratamento dos doentes em simultâneo que destaca o modo pouco higiénico no tratamento desses doentes que levou ao natural propagar dessa terrível praga por toda a Europa.

É uma obra que diverte e ensina algumas coisas mas que perde em rodriguinhos que levam sempre ao mesmo sítio. Ou seja, são mais de 1100 páginas de uma história que se contava bem numas 300, mas Ken Follett sabe de facto fazer “render o peixe”, o homem consegue criar voltas loucas nas suas histórias, embora saibamos de antemão onde aquilo vai dar.

Aconselhável, mas aquém, muito aquém, na minha opinião, dos “Pilares da Terra”, obra essa bem mais rica em termos históricos e com mais ritmo.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Novidades "Saída Emergência"

Os Olhos de Allan Poe – Louis Bayard

Corre o ano de 1830. Na Academia de West Point, a tranquilidade de um final de tarde de Outubro é perturbada pela descoberta do corpo de um jovem cadete enforcado junto ao recinto da formatura. Não é a primeira vez que se verifica um aparente suicídio num regime ríspido como o de West Point, mas, na manhã seguinte, constata-se um abominável acto ainda mais grave. Alguém assaltou o quarto onde o cadáver repousava e levou o coração.

Desesperada para evitar publicidade negativa, a academia contrata os serviços de Augustus Landor, ex-detective de renome. Viúvo, e atormentado no seu isolamento, Landor decide aceitar o caso. Nos interrogatórios iniciais, descobre um caprichoso e curioso jovem cadete com propensão para a bebida e com um passado sombrio. O nome desse cadete? Edgar Allan Poe.

Impressionado pelos astutos poderes de observação de Poe, Landor está convencido de que o poeta lhe pode ser útil — caso consiga permanecer sóbrio o tempo suficiente para colocar em acção os seus perspicazes poderes de raciocínio. Trabalhando em estrita colaboração, os dois homens desenvolvem um relacionamento surpreendentemente profundo à medida que a investigação os conduz a um oculto mundo de sociedades secretas, rituais de sacrifício e mais cadáveres. Porém, os macabros homicídios e o passado secreto de Landor ameaçam afastar os dois e terminar com a sua recente amizade.



 
O Feitiço do HighlanderKaren Marie Moning

Jessi St. James precisa de ter vida própria. Demasiadas horas passadas a estudar antigos artefactos provocaram na jovem arqueóloga um caso sério de obsessão por sexo. Quando vê um homem deslumbrante semi despido a fitá-la de dentro de um antigo espelho, pensa que só pode estar a sonhar. Mas numa fracção de segundo, é salva de um atentado à sua vida e vê-se a braços com um metro e noventa e oito de escaldante, insaciável macho alfa.

Herdeiro da arcana magia dos seus antepassados Druidas, Cian MacKeltar foi encurralado dentro do Espelho Negro há onze séculos. E quando o Espelho Negro é roubado, um velho inimigo tudo fará para reavê-lo. Para Jessi, o deus sexual dentro do espelho é divinamente real e oferece a sua protecção — ainda que Jessi não compreenda o porquê. Tudo o que ele quer em troca é o sublime prazer de partilhar a sua cama…





A Partícula de VénusDouglas Preston

1 romance. 3 capas. escolha a sua.

Ao cavalgar pelos desertos do Novo México, Tom Broadbent encontra um homem moribundo. Chama-se Stem Weather e acaba de ser alvejado. Antes de morrer, o homem entrega a Tom um caderno de notas coberto de números misteriosos e pede-lhe que o entregue à sua filha.

Ao prometer fazer a vontade do falecido, Tom nem sonha que acaba de se transformar no novo alvo do assassino de Stem, um antigo presidiário contratado por alguém que quer encontrar os fósseis de um Tyrannosaurus Rex. Fósseis que conterão uma pista sobre a extinção de dinossauros.

Inicia-se assim uma batalha entre cientistas e uma sinistra agência governamental desesperada para ocultar o segredo explosivo. Se falharem, não evitarão outra extinção… desta vez a da própria raça humana.






O Império da AreiaRobert Ryan

Em 1915, quando a Europa se encontra assolada pela Grande Guerra, um jovem e talentoso oficial de nome Thomas Edward Lawrence encontra-se no Cairo e está prestes a desvendar um segredo que irá mudar o curso da História.

Homem de grande energia que controla uma rede de espiões no Levante, Lawrence nutre uma paixão imensa pelo povo e cultura árabes. Confrontado com notícias do rapto de reféns britânicos na Pérsia pelo infame agente alemão Wilhelm Wassmuss, o Gabinete de Guerra de Londres decide enviar um assassino britânico, o capitão Harold Quinn, com instruções claras para abater o inimigo.

Determinados em capturar Wassmuss, Quinn e Lawrence reúnem um pequeno grupo e iniciam uma viagem traiçoeira pelo deserto para a Pérsia, onde cedo descobrem que o seu oponente alemão é um mestre de disfarce e ilusão. Mas apesar dos melhores esforços de Wassmuss, terá ele encontrado um agente à sua altura?

Neste romance épico sobre uma das figuras mais fascinantes da História Britânica, Robert Ryan revela como a perícia e cultura de Lawrence fizeram dele uma das personalidades mais respeitadas na revolta árabe da I Grande Guerra.





O TerrorDan Simmons

Na primavera de 1845, Sir John Franklin comanda uma expedição de dois navios e 130 homens numa viagem arrojada para o distante e desconhecido Árctico. O seu objectivo: encontrar e mapear a lendária Passagem do Noroeste que, supostamente, ligará os oceanos Atlântico e Pacífico.

Dois anos depois, a expedição, que começou sob um espírito de optimismo e confiança, enfrenta o desastre. Franklin está morto. Os dois navios (o Erebus e o Terror) estão fatalmente presos nas garras do gelo. As rações e o carvão escasseiam e os homens, mal preparados, lutam diariamente para sobreviver ao frio letal.

Mas o seu verdadeiro inimigo é bem mais aterrorizador. Existe algo à espreita nas trevas glaciais: um predador oculto que captura marinheiros e abandona os seus corpos na vastidão de gelo…

O Terror é simultaneamente um romance histórico rigorosamente pesquisado e uma homenagem ao melhor que a literatura de horror ofereceu até hoje. Segundo Stephen King: “Um romance intenso, absorvente e arrepiante como só Dan Simmons podia escrever.”





Sangue MortíferoCharlaine Harris

Com a excepção de Sookie Stackhouse, os habitantes de Bom Temps, no Louisiana, pouco sabiam sobre vampiros e nada sobre lobisomens. Até agora. Lobisomens e metamorfos revelaram finalmente a sua existência ao mundo e isso poderá ter custado a vida a alguém que Sookie conhecia. Mas a sua determinação para descobrir o responsável pelo homicídio é posta de parte perante um perigo muito maior. Uma raça de seres sobrenaturais (mais velhos, poderosos e muito mais misteriosos do que os vampiros ou os lobisomens) prepara-se para a guerra. E Sookie, enredada ainda na teia de antigos amores, ver-se-á como peão demasiado humano nesta batalha...





O Beijo das SombrasLaurell K. Hamilton

Entre num mundo emocionante, voluptuoso, e tão ameaçador quanto belo. Onde dominam paixões ardentes de seres imortais, outrora adoradoscomo deuses ou demónios.

Os mais supremos seres sobrenaturais são fadas Sidhe, uma raça tão bela e poderosa que foi em tempos adorada como os deuses. Não só são luxuriosos, como incrivelmente bons amantes. Quando têm sangue real... são literalmente viciantes. Fadas de sangue puro não toleram as cidades e raramente vivem entre os humanos. Mas Meredith Gentry não é de puro-sangue. Ela tem sangue humano e por isso é mortal. Talvez também por isso, sinta que não pertence a lugar nenhum.

Meredith Gentry, princesa da corte real das Fadas, faz-se passar por humana em Los Angeles, onde trabalha como detective privada. Mas, agora, o carrasco da rainha foi enviado para a levar de volta para casa – quer ela queira quer não. Subitamente, Meredith vê-se como um mero peão encurralado nos terríveis planos da sua tia. A tarefa que a aguarda: desfrutar da companhia constante dos homens imortais mais bonitos do mundo. A recompensa: a coroa – e a oportunidade de salvar a sua vida. O castigo por fracassar: a morte.





A CaixaRichard Matheson

E se lhe dissessem que podia ganhar uma imensa fortuna bastando para isso carregar no botão de uma caixa? Mas ao pressionar esse botão estaria a causar a morte a outro ser humano algures no mundo… alguém que não conhece. Carregaria na mesma no botão?

A Caixa é um conto arrepiante sobre tentação e ganância, mas outros contos igualmente inesquecíveis fazem parte desta colectânea de um dos grandes mestres de terror e suspense, o aclamado autor de Eu Sou a Lenda.

Os enredos originais e os retratos convincentes de pessoas vulgares enredadas por forças para além do seu controlo, demonstram a razão por que Stephen King considera Richard Matheson a sua maior influência.




NOVIDADES CHÁ DA CINCO


Sedução na NoiteSherrilyn Kenyon

Valério é um Predador da Noite romano desprezado pela maioria dos predadores gregos que alimentam um profundo ódio à civilização que o viu nascer. De origem aristocrática e arrogante, Valério mal sabe o que pensar quando conhece Tabitha Devereaux. Ela é sensual, imprevisível e incapaz de o levar a sério. Mas é também irmã gémea da mulher do seu maior rival.

A única coisa que Tabitha leva a sério é matar vampiros. E agora terá de enfrentar, junto com o predador romano, o mais mortífero de todos os seus inimigos… uma ameaça acabada de regressar do mundo dos mortos. Para vencer este mal, Valério precisa de aprender a confiar em alguém e pôr tudo em risco para proteger o homem que odeia e a mulher que o leva à loucura.

 
 
 
NOVIDADES CAMÕES E COMPANHIA


O Livro de Victor FrankensteinPeter Ackroyd

Século XIX. Dois estudantes de Oxford, o investigador Victor Frankenstein e o poeta Percy Shelley, encontram-se e formam uma amizade improvável. Shelley desafia as convenções religiosas de Frankenstein e abre-lhe os olhos para noções estéticas sobre criação e vida.

Obcecado por estes novos ideais e desejoso de reanimar os mortos, o jovem cientista inicia experiências anatómicas num celeiro isolado perto de Oxford. Mas estes espécimes revelam-se imperfeitos, e cedo Victor transfere o seu laboratório para uma fábrica abandonada em Limehouse.

E é então que o cientista se cruza com os ressurreicionistas, cujos métodos macabros colocam Frankenstein em grande perigo enquanto ele trabalha fervorosamente para criar a terrífica criatura que irá imortalizar o seu nome…





Clube de PatifesDan Simmons

Cuba. 1942. Ernest Hemingway descobre um segredo tão perigoso que só há uma fuga possível: o suicídio. Um thriller soberbo baseado em factos verídicos e com uma versão arrepiante para a verdadeira razão da morte do escritor.

No Verão de 1942, Joe Lucas, agente do FBI, chega a Cuba por ordens de J. Edgar Hoover para manter Hemingway debaixo de olho. O famoso escritor reunira um grupo, a que chamara Clube de Patifes, para se envolver num perigoso jogo amador de espionagem. Mas é então que Lucas e Hemingway, contra todas as expectativas, descobrem informações secretas vitais… e o jogo torna-se verdadeiramente mortal. Em Clube de Patifes, Dan Simmons desenvolve os factos conhecidos e transforma-os numa grande obra de suspense histórico nas paisagens sensuais da Cuba dos anos quarenta.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Novidades "Editorial Bizâncio"

Título: O Enigma do Capital
Subtítulo: E as Crises do Capitalismo
Autor: David Harvey
Colecção: Temas de Hoje
Págs.: 336
Preço: 16,50€
Género: Economia / Actualidade

Sinopse: "Há três séculos que o sistema capitalista molda a sociedade ocidental, sofrendo implosões regulares durante as quais as nações e as pessoas correm o risco de perder tudo. Ainda assim, continua a dominar o mundo. "
David Harvey recorre aos seus conhecimentos ímpares sobre o tema para questionar o modo e as razões por que assim é e, se terá de continuar a ser assim.
Demonstra que os episódios periódicos de afundamento são inevitáveis no sistema capitalista, mas também essenciais à sua sobrevivência: políticas fiscais e monetárias que não tenham em conta esta característica fazem mais mal do que bem. Uma vez que a essência do capitalismo é o egoísmo, é irracional pensar na imposição de regulamentações e de moralidade.
O Enigma do Capital analisa a actual crise económica, relatando os acontecimentos que levaram ao colapso económico de 2008 e explicando a dinâmica político-económica do capitalismo. Harvey analisa ainda as condições actuais e a possibilidade de conter as crises.
Esta obra oportuna e importante destaca-se pela fluência e clareza com que analisa a questão de uma ordem social sustentável que seja realmente justa, responsável e humana.






Título: Baby Blues – É um menino!
Autor: Rick Kirkman e Jerry Scott
Colecção: Pequeno Formato, 23
Págs.: 88
Preço: 5,90€
Género: Banda Desenhada



Título: Baby Blues – É uma menina
Autor: Rick Kirkman e Jerry Scott
Colecção: Pequeno Formato, 24
Preço: 5,90€
Págs.: 88
Género: Banda Desenhada

Sinopse: Indispensável! E a prenda ideal para juntar ao babygrow.

Há um novo bebé na família? Conhece alguma futura mamã? Ou um futuro papá? Esta divertida colecção de tiras da premiada banda desenhada Baby Blues fará a delícia das jovens e das futuras mães, ou dos futuros pais, e de qualquer membro da família que tenha de lidar com um bebé acabadinho de nascer.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Novidades "Publicações Europa-América"

Título: Memnoch, O Demónio
Autora: Anne Rice
Colecção: Obras de Anne Rice
Preço: 25.74€
Pp.: 424

* Relançamento com nova capa

Sinopse: Estamos em Nova Iorque. A cidade está coberta por um manto de neve. No meio dessa brancura, Lestat procura Dora, a bela e carismática filha de um barão da droga, a mulher que desperta nele sentimentos de ternura como nunca outra mortal fizera antes. Dividido entre as suas paixões de vampiro e o amor avassalador que sente por Dora, é a seguir confrontado com o misterioso e demoníaco Memnoch. Arrancado ao mundo por este adversário temível, Lestat é levado até ao reino dos Céus e depois até ao Purgatório. Aí terá de decidir se acredita em Deus ou no Demónio e, por fim, qual dos dois escolherá servir.

Nas primeiras quatro Crónicas do Vampiro, Anne Rice convocou mundos fantásticos e distantes e tornou-os tão ressonantes, reais e imediatos como o nosso. Neste romance, o mais negro e ousado de todos os que escreveu, ela transporta-nos, na companhia de Lestat, para o universo mítico que nos é mais precioso — o reino da teologia de cada indivíduo.

Anne Rice é uma autora consagrada de diversos best-sellers na área da literatura de fantasia e gótica. Entre êxitos como A Rainha dos Malditos e A Hora das Bruxas, alcançou a notoriedade com Entrevista com o Vampiro, um clássico que redefiniu a literatura de vampiros e foi adaptado ao cinema por Neil Jordan.



Título: Tratado das Fadas
Autores: Ismaël Mérindol e Édouard Brasey (org.)
Colecção: Diversos
Preço: 19.90€
Pp.: 308

«Não existe nada que não tenha sido primeiro sonhado», escreve a criança feérica Ismaël Mérindol no seu Tratado das Fadas.

Sinopse: Escrito e organizado sob a tradição dos autênticos grimórios do século XV, Ismaël Mérindol conta-nos o seu percurso iniciático pelo mundo maravilhoso das fadas. Através da sua pluma, fadas, ninfas, elfos, gnomos e outras criaturas do Pequeno Povo ganham vida e convidam-nos a segui-las.

Outros tratados feéricos de referência, como O Conde de Gabalis e O Silfo Enamorado, acompanham este texto inédito e permitem-nos regressar às origens da fantasia.

Partamos então ao seu encontro, sem mais demora, pelo caminho dos sonhos…

Édouard Brasey, romancista, é um eminente estudioso de lendas e contos nórdicos, bem como do mundo imaginário das fadas e da fantasia, ao qual dedicou mais de quarenta obras. É o autor da tetralogia A Maldição do Anel (editada por Publicações Europa-América e vencedora do Prémio Merlim, 2009) e também organizou e adaptou o famoso Tratado de Vampirologia, de Abraham van Helsing (também editado por Publicações Europa-América), sendo igualmente responsável pela organização e tradução da presente obra.




Título: As Regras do Método Sociológico
Autor: Émile Durkheim
Colecção: Clássicos
Preço: 20.09€
Pp.: 172

Sinopse: «Os factos sociais devem ser tratados como coisas.» Com esta afirmação, Durkheim orientou de uma forma decisiva uma disciplina, que ainda estava a dar os primeiros passos rumo à sua constituição. Neste sentido, esta obra contribuiu, mais do que qualquer outra, para consolidar os fundamentos da Sociologia.

Manifesto e, simultaneamente, ilustrativo, este livro passou a ser um incontornável texto clássico, inicialmente editado na Revista de Filosofia, em 1894, e posteriormente em 1895, por Alcan. Neste título, apresentamos as variantes e as alterações que o autor fez, de uma edição para a outra, e que, apesar de serem pouco significativas em termos de número, são assaz interessantes no que toca ao conteúdo não só sociológico como também filosófico, político e epistemológico.




Título: Visão dos Sonhos
Autor: Dr. Michael Lennox
Colecção: Millenium
Preço: 25.14€
Pp.: 368

Sinopse: Uma ferramenta única, divertida e indispensável na interpretação dos sonhos

A maioria dos dicionários de sonhos aborda os símbolos universais e o seu significado de um modo geral e conciso. Visão dos Sonhos vai mais longe. Apresenta os significados em profundidade e oferece uma técnica específica que lhe permitirá efectuar uma interpretação personalizada. É, sem dúvida, o guia mais completo e equilibrado para compreender os sonhos.

Profundamente influenciado pelas teorias sobre sonhos de Carl Jung, o Dr. Lennox, um conceituado psicólogo e especialista em sonhos nos Estados Unidos da América, apresenta-nos a sua fácil e prática abordagem de análise dos sonhos. Desenvolvida ao longo dos seus vinte anos de experiência, a abordagem consiste em três passos: comece por ler os símbolos universais dos sonhos, a seguir pense no contexto e, por último, descubra as associações pessoais. Este método conduz a uma interpretação mais profunda que lhe permitirá desvendar os mistérios do seu inconsciente. Nesta obra, o autor também lhe dará a conhecer os tipos de sonhos mais comuns, como, por exemplo, os pesadelos, os recorrentes, os pré-cognitivos, entre outros, além de lhe oferecer conselhos de como se lembrar dos sonhos e aprender a olhar para eles de um modo objectivo.




Título: 101 Exercícios para Fitness dos 7 aos 11 anos
Autores: John Sheperd e Mike Antoniades
Colecção: Desportos & Lazer – a editora
Preço: 14.03€
Pp.: 140

Sinopse: A bíblia do exercício físico para os jovens

Concebido especificamente para crianças com idades compreendidas entre os 7 e os 11 anos de idade, este manual contém uma grande variedade de exercícios que ajudam a desenvolver a condição física geral da criança.

Todos eles incluem os elementos fundamentais para a prática de qualquer exercício físico, nomeadamente:

* aquecimento

* salto

* lançamento

* aceleração

* equilíbrio e coordenação

* jogos

Os exercícios são apresentados de um modo divertido, educacional e desafiador, podendo ser utilizados em qualquer desporto ou actividade. Cada um deles está ilustrado e contém instruções fáceis, assim como o equipamento e o espaço necessários para a sua prática. De salientar a inclusão de um capítulo dedicado à prática de actividade física e ao desenvolvimento dos jovens.

John Shepherd é um ex-atleta internacional e actual treinador de atletas de nível internacional. É igualmente o editor de uma revista de desporto e escreve na área do desporto e do fitness.

Mike Antoniades é um treinador inovador e especialista em velocidade e resistência. A sua reputação de treinador de elite na área do futebol, râguebi e atletismo levou-o a trabalhar com muitas das individualidades do desporto e equipas, como o Chelsea, o Tottenham e o Fulham, e ainda com jogadores internacionais ingleses de râguebi. É autor de inúmeros artigos na imprensa escrita britânica.




Título: Guia Completo de Compostagem em Hortas e Jardins
Autoras: Barbara Pleasant e Deborah L. Martin
Colecção: Euroagro
Preço: 34.22€
Pp.: 294

Sinopse: Nunca mais irá olhar para a compostagem da mesma forma!
Vire a caixa de compostagem de pernas para o ar!
Recolha de produtos para compostagem

Bichos que fazem a compostagem

Crivos de grande dimensão

A dieta orgânica e nutritiva pela qual o seu jardim anseia é uma prática tão simples quanto a de amontoar pilhas de composto no seu jardim. Plantas e composto andam de mãos dadas, numa relação harmoniosa que lhe permitirá economizar tempo e trabalho, sendo, desta forma, possível produzir vegetais nutritivos, doces e sumarentos ao longo das estações do ano.

«Quer seja um principiante em jardinagem ou um experiente conhecedor em compostagem, posso garantir-lhe que vai adorar este livro que certamente é o melhor manual que existe e lhe explicará como e por que razão deve fazer a compostagem. Uma obra informativa, inovadora e muito divertida.» Cheryl Long (Redactor-chefe, Mother Earth News)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Novidades "Chiado Editora"





Título: O Bom Futebol e Quem o Joga

Autor: Jorge Maciel

Colecção: Mundo Académico

Género: Monografia

Páginas: 708

PVP: 22€




Título: Linha Azul - A Luta ambiental da Quercus

Autora: Hélder Spínola

Colecção: Viagens na Ficção

Género: Romance

Páginas: 364

PVP:18€




Título: Cão sem Segredos

Autora: Luís Montenegro / Rui Mota

Colecção: Compendium

Género: Guia Páginas: 226

PVP: 19€




Título: O Cantaautor

Autor: Maria Helena Pires

Colecção: Prazeres Poéticos

Género: Poesia

Páginas: 48

PVP:14€




Título: Sobre o Tempo que Passa

Autora: José Adelino Maltez

Colecção: Prazeres Poéticos

Género: Poesia

Páginas:140

PVP: 12€




Título: Contos de agora e de outrora

Autor: Vários autores Colecção: Viagens na Ficção

Género: Contos

Páginas:180

PVP:15€




Título: A Paixão é um Estado de Sítio

Autora: João Luís Silva

Colecção: Viagens na Ficção

Género: Romance

Páginas: 104

PVP: 11€




Título: 24 Anos Depois

Autor: Anabela Spranger

Colecção: Viagens na Ficção

Género: Ficção

Páginas:226

PVP:15€




Título: A Criação do Reconhecimento de Adquiridos Experienciais (RVCC) em Portugal

Autor: Rosanna Barros

Colecção: Compendium

Género: Monografia

Páginas: 286

PVP: 15€




Título: Dez Contos de Réis e de Gente

Autor: José Luís Ferreira

Colecção: Viagens na Ficção

Género: Contos

Páginas: 92

PVP:10€




Título: Retratos Singulares

Autora: Gonçalo Losada Rodrigues ~

Colecção: Viagens na Ficção

Género: Contos

Páginas: 76

PVP: 10€




Título: Sonho de Sorte

Autora: Alberto Quadros

Colecção: Viagens na Ficção

Género: Romance

Páginas:340

PVP: 15€




Título: Fragmentos de Gente Perdida

Autor: Eduardo Reis

Colecção: Prazeres Poéticos

Género: Poesia

Páginas: 158

PVP: 12€




Título: Voluntários da Desgraça

Autora: Clarisse Patrício

Colecção: Prazeres Poéticos

Género: Poesia

Páginas:86

PVP: 12€




Título: Hoje Posso

Autor: Leonor Antolin Teixeira

Colecção: Prazeres Poéticos

Género: Poesia

Páginas: 72

PVP: 10€

sexta-feira, 1 de abril de 2011

2012 - Cenários para o Fim do Mundo - Didier Jamet e Fabrice Mottez

Pela sinopse pensei tratar-se de um livro que explorasse a teoria do mito dos Maias e até as várias teorias que, desde sempre, apontam datas para o fim do mundo que, em qualquer altura da História da humanidade está sempre perto.

Contudo, esta obra, é um manancial de ciência, astrofísica e astronomia, onde os autores pretendem, não só desmistificar a lenda dos Maias, como abordar os aspectos científicos e naturais que podem, e vão ser, responsáveis pelo fim do planeta.

E numa linguagem simples e objectiva, os autores discorrem sobre as grandes extinções ocorridas desde há milhões de anos, sobre a forma como o planeta caminhará para o seu inevitável fim, sem antes o Ser Humano se extinguir, assim como a grande maioria dos seres vivos que conhecemos.

Abordam as grandes teorias do Universo e os acontecimentos naturais, dentro e fora do planeta, que poderão estar por detrás do fim.

Pessoalmente agrada-me este tipo de livros dada a minha paixão por astronomia e ciência. Porém, pouco do que li me surpreendeu dado já ter lido noutros livros informação igual, pois e por muito que se baralhe, à luz da ciência as coisas não podem diferir muito do previsível. Ou seja, louve-se o trabalho dos autores, mas o que eles referem não é novo nem surpreende.

No entanto é um óptimo livro que em 210 págs. nos dá uma visão e perspectiva do fim do planeta e da vida tal qual a conhecemos, levando-nos também a pensar no que aqui estamos a fazer e qual o papel disto tudo.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Terra Fria – Ferreira de Castro


Ferreira de Castro era um homem que gostava de conhecer o ser humano em todas as suas vicissitudes, um estudioso das questões sociais, utilizando as suas observações para a realização da maioria dos seus livros.

“Terra Fria” é um dos romances onde ele aplica o fruto das suas longas observações, traçando-nos um retracto da vida do povo do nordeste transmontano, evidenciando o sofrimento, a luta quotidiana e o modo de vida quase medieval que se fazia sentir nos início dos anos 30 do século passado.

E, para mim, é aqui que reside a principal beleza deste romance. Escrito em 1934, Ferreira de Castro pretendeu transmitir a imagem da vida nessa região. Hoje em dia, 80 anos depois, esse cenário desapareceu ou poucos vestígios existem, pelo que é nas páginas de “Terra Fria” que descobrimos esse passado e que faz deste livro uma espécie de romance histórico.

Aldeia de Padornelos, Montalegre. Leonardo luta dia a dia pelo sustento da sua família. Ele a mulher, ainda sem filhos, procura em trabalhos esporádicos e principalmente no contrabando, ganhar algum dinheiro enquanto sonha em se estabelecer por conta própria com uma venda (espécie de mercearia que ainda conheci no Alentejo nos anos 80).

É neste contexto que Ferreira de Castro nos descreve a actividade do contrabando, tão em voga nessa altura. Mas o autor vai mais longe.

Volta a Padornelos um homem que havia estado emigrado nos Estados Unidos e, como era apanágio, fica conhecido pelo “americano”. Depressa dá mostras da sua riqueza que o leva a ser considerado um dos homens mais importantes e influentes da aldeia e é ele que dá origem ao drama que irá assolar a aldeia.

É um romance que nos faz sentir uma constante solidão. Somos assaltados por imagens de uma terra desoladora, fria, onde a pobreza é a única condição conhecida e onde o rico julga ter todo o poder sobre o pobre. A meu ver, Ferreira de Castro para além de evidenciar a pobreza do Portugal profundo, nesse caso em Trás-os-Monte, lança aqui uma crítica feroz ao abuso de poder do regime caracterizado no “americano” e a sua forma de agir.

quarta-feira, 9 de março de 2011

História do (A)Mar – Ana Amorim Dias


Adoro ser surpreendido com livros dos quais a minha expectativa é nula, dando comigo numa leitura ávida face à excelência da obra

E este é um desses casos!

Primeiro, há muito tempo que não via um título casar na perfeição com o conteúdo. Nem vale a pena ler a sinopse, o título, diga-se ele próprio encantador, envia-nos para o âmago da obra onde os seus três contos se interligam através de dois denominadores: Mar e Amor.

Depois surpreendeu-me a qualidade de escrita de Ana Amorim Dias, extraordinária!

Descritiva q.b., nota-se que possui formação na área. A obra é estruturada segundo alguns modelos literários, porém o estilo da escritora está vincado na qualidade da narrativa, nos seus diálogos e foi precisamente isso que me surpreendeu.

Aconteceu também algo que é muito difícil de acontecer e só tem surgido em obras de excelência: por diversas situações voltei atrás para reler parágrafos ou frases, senti-me enlevado pela narrativa e até em alguns momentos da própria história.

Como senão, pareceu-me algo rebuscado as explicações finais, sobretudo no segundo conto e, sobretudo, alguma pieguice em vários momentos, contudo não deslustra a imensa qualidade deste livro e a surpresa que foi para mim conhecer esta autora.

Acreditando que irá fazer as delícias de um(a) romântico(a) inveterado, esta obra é também ela um sinal de que há por aí muita qualidade, haja quem tenha coragem para apoiar.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Prémio (O) – Irving Wallace


Considerado um clássico da literatura norte-americana, “O Prémio” transformou-se num best-seller aquando da sua publicação em 1964, elevando Irving Wallace à galeria dos autores consagrados, autor que, diga-se, teve uma legião de fãs ao nível dos actuais escritores da moda.

Segundo o próprio Wallace, este romance foi maturado durante 15 anos, tendo o autor visitado em pormenor os locais, conhecido pessoas que serviram de modelo e lido muito acerca do assunto principal: Os Prémios Nobel.

O livro inicia-se com a comunicação do Prémio aos laureados da literatura, medicina, física e química. Numa primeira fase conhecemos a vida dos galardoados até ao momento em que lhes é comunicado a atribuição do Prémio que os apanha de surpresa.

Gostei desta fase. O autor mostra que por do génio há um simples ser humano com as suas fraquezas, vícios e virtudes. É esse o mote para todo o livro.

A Academia Real de Ciências sueca convida todos os premiados para a cerimónia da atribuição do prémio e é já em Estocolmo que se passa a grande maioria do romance.

Pessoalmente achei interessante o percurso dos premiados e as várias considerações e curiosidades sobre antigos Nobel, entre os quais o “nosso” Egas Moniz que é referido como um dos mais importantes premiados.

No entanto achei o romance demasiado longo, perdendo gradualmente interesse à medida que a história avança, porém o problema é esse mesmo, a partir de uma certa altura, o autor emprega uma velocidade de cruzeiro e o desenrolar da história acaba por ser muito lenta e algo enfadonha.

O autor quis referir e interligar vários acontecimentos que supostamente influenciam a atribuição dos prémios e, inclusive, refere questões políticas e de interesse estratégico que estiveram por detrás de muitos prémios, porém, e hoje em dia isso surpreenderá alguém?

É um romance agradável, mas que perdeu actualidade, no entanto compreende-se o porquê do seu sucesso, pese embora o não considere um clássico.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Novidades "Publicações Europa-América"


Título: Mein Kampf – História de um Livro
Autor: Antoine Vitkine Colecção: Biblioteca das Ideias
Preço: 22.90€
Pp.: 216

Uma obra que lança uma nova luz sobre a actualidade de um dos mais conhecidos e polémicos livros do mundo.
Um dos livros sobre política mais vendidos em todo o mundo. Um dos livros mais terríveis alguma vez escritos. Após doze milhões de exemplares impressos na Alemanha e centenas de milhares em mais de vinte países antes de 1945, Mein Kampf é ainda hoje lido no mundo inteiro.
Mas sabe-se ao certo em que condições foi escrito e as razões pelas quais este livro teve um papel-chave no acesso de Hitler? Se o autor expõe no livro os seus crimes vindouros, porque se ignorou semelhante alerta? Porque tentou o Führer dissimular a sua obra e, inclusivamente, publicar em França uma versão falsa do livro?
Este estudo intrigante, rigoroso e inédito acompanha o leitor da cela da prisão onde Hitler redigiu esta obra aos corredores do Governo da Baviera de hoje, de Paris antes da guerra a modernas bibliotecas turcas, contemplando ainda os meios neonazis. Mein Kampf — História de Um Livro lança uma nova luz sobre a actualidade desta obra, manifesto do nacionalismo e do extremismo. Antoine Vitkine (n. 1977) é jornalista e realizador de documentários. Realizou o documentário intitulado Mein Kampf, C'Était Écrit, para o canal Arte, em 2008. É também o autor de Les Nouveaux Imposteurs (2005), um livro sobre teorias da conspiração. Com Mein Kampf — História de Um Livro, esteve várias semanas em n.º 1 no top de vendas de livros de não-ficção.





Título: A Paixão de Jane Eyre
Autora: Charlote Bronte
Colecção: Clássicos
Preço: 26.75€
Pp.: 460

A Paixão de Jane Eyre, publicada pela primeira vez em 1847, atraiu de imediato a atenção do público da época e dividiu a crítica. Habituada às heroínas de Jane Austen, que pareciam conhecer exactamente o seu lugar no meio social, a sociedade britânica sentiu-se desconfortável com o personagem feminino criado por Charlotte Brontë: embora as acções de Jane observem o código convencional de comportamento feminino, deixam transparecer também uma poderosa declaração de independência das mulheres.
A Paixão de Jane Eyre é a história de uma órfã que vive com a sua desagradável tia e os seus nada atractivos primos. Mais tarde, colocada num asilo, Jane começa a desenvolver um espírito independente para a época e aprende que a melhor maneira de conservar o respeito próprio na adversidade é manter o autocontrolo. Esta aprendizagem servir-lhe-á para toda a vida e permitir-lhe-á repudiar noivos, ser auto-suficiente, mudar de identidade e encontrar um seu igual a nível intelectual e sexual.



Título: Fahrenheit 451
Autor: Ray Bradbury
Colecção: Contemporânea
Preço: 19.90¤
Pp.: 200

Fahrenheit 451, a temperatura a que o papel do livro se incendeia e arde…
Guy Montag era um bombeiro cuja tarefa consistia em atear fogos e não apagar fogos, ao contrário do que a sua profissão possa sugerir.
O sistema era simples. Os livros deviam ser queimados, juntamente com as casas onde estavam escondidos, os seus proprietários presos e executados.
O sucesso deste estado de obediência e paz social devia-se sobretudo ao cuidado com a educação. As crianças iam à escola mas não aprendiam a ler.
Tudo corria bem a Montag, que nunca questionara fosse o que fosse, até conhecer uma jovem de 17 anos que lhe falou de um passado em que as pessoas não tinham medo. E depois conheceu um professor que lhe falou de um futuro em que as pessoas podiam ler e pensar. E Guy Montag apercebeu-se subitamente daquilo que tinha de fazer…
Ray Bradbury é um aclamado escritor norte-americano de contos de ficção científica. Ao longo dos anos, este prolífico autor tem visto muitas das suas histórias adaptadas ao cinema, rádio e televisão. A sua própria ligação ao mundo da sétima arte já lhe valeu a atribuição de um Emmy, um dos inúmeros prémios com que já foi agraciado.
Em 1966, François Truffaut adaptou ao cinema esta obra-prima de Bradbury e aguarda-se um remake há muito anunciado.



Título: Oscar Wilde e os Crimes do Vampiro
Autor: Gyles Brandreth
Colecção: Crime Perfeito
Preço: 20.90€
Pp.: 336

Londres, 1890. O que começa como uma noite de diversão acaba em tragédia. Numa glamorosa recepção oferecida pelo Duque e pela Duquesa de Albemarle, toda a alta sociedade londrina se encontra presente, incluindo o Príncipe de Gales, que considera os Albemarle seus amigos próximos. Na festa, Oscar Wilde parece mais interessado num jovem actor, Rex LaSalle, que espantosamente alega ser um vampiro.
Quando os convidados estão prestes a sair, a duquesa é encontrada morta, com duas pequenas marcas no pescoço. Desesperado, tentanto evitar um escândalo público, o Príncipe de Gales pede a Oscar Wilde e ao seu amigo Arthur Conan Doyle para investigarem o crime. O que eles descobrem ameaça destruir a família real… e a reputação de Oscar Wilde.
Gyles Brandreth é escritor, locutor de rádio e antigo membro do Parlamento. As Publicações Europa-América editaram já Oscar Wilde e os Crimes à Luz das Velas, Oscar Wilde e o Jogo da Morte e Oscar Wilde e o Sorriso do Morto.






Título: Viagem Extraordinária nas Terras do Conde Drácula — Volume 2
Autor: Arthur Ténor
Colecção: Europa-América Juvenil
Preço: 16.05€
Pp.: 128

Thédric Tibert, o intrépido explorador do Imaginário, volta a entrar em acção, numa demanda para libertar uma inocente das garras de um ser terrível … o tenebroso Conde Drácula.
Terá de abandonar a sua tão amada Lizlide e aventurar-se nas Terras do Conde Drácula, onde sabe que a morte se esconde em cada sombra e que a noite o persegue…
Será ele capaz de salvar uma jovem inocente das garras do terrível Conde Drácula? Sairá ele vivo desta aventura cheia de perigos e demónios de dentes afiados? Conseguirá ele voltar para os braços de Lizlide?
Ou será que o Conde Drácula esconde algo mais, debaixo da sua capa negra, que irá mudar para sempre o destino do nosso herói?



Título: Cultive Alimentos no Seu Apartamento
Subtítulo: Como Cultivar os seus Próprios Alimentos em Espaços Pequenos
Autora: Maria Finn
Colecção: Saber Viver
Preço: 17.90€
Pp.: 200

Certamente ficaria surpreendido se soubesse quanto um pequeno pedaço de terra consegue produzir. Um tomate de aspecto tão delicioso que só apetece apanhá-lo e comê-lo de imediato, a fragrância das ervas aromáticas que perfumam o ar, um figo a rebentar de maduro — delícias que não são exclusivas da gente do campo. As maravilhas com que o solo nos brinda estão à mão de semear de qualquer pessoa, até do citadino mais ocupado.
Nesta obra são apresentados, passo a passo, mais de 50 projectos de cultivo em pequenos espaços, quer se tenha simplesmente um pátio, um telhado ou um parapeito de janela. Há imensas ideias por onde escolher.
Faça a sua própria colheita de vagens de baunilha num vaso dentro de casa, cogumelos num cepo na sua cozinha, uma videira no seu terraço.
Incluímos ainda várias receitas e uma lista de contactos que o irão auxiliar neste projecto. Desfrute da calma e do simples prazer de cultivar os seus próprios alimentos.